sábado, 7 de janeiro de 2012

Jeitiiiim brasileiro Mineiro de SER...

Com a fama de “falar pouco e escutar muito” assim somos conhecidos por todos. Mas às vezes falamos muito também!

Falamos por intermédio da música, das poesias, da política entre outras oportunidades de comunicação. Utilizamos esses múltiplos jeitinhos, ou “Jeitiiim” como preferirem, pra manter relações interpessoais com outras culturas e o jeito de ser de outras pessoas.

Momentos em que emudecemos.
Na beira do rio pescando...
Saboreando um delicioso cafeziiim com pão de queijo saídos do fogão de lenha...
Diante de um bom discurso político...
Namorando é claro! Pois mineiro namora em silêncio. Quando vemos está casado!

Somos montanhas, somos Carlos Drummond.

Drumonnd quando morreu disseram: “Morreram Carlos Drumonnd, a morte emendou a gramática. Ele não era só um. Eram tantos. E que ironia! Alguém tão cético provando que há vida após a morte! Mais que qualquer outro gênio soube se reconhecido enquanto vivo e não se deixar morrer mesmo negando os convites para se tornar imortal como membro da academia Brasileira de Letras.” Trecho extraído
http://www.memoriaviva.com.br/drummond/opoeta.htm

Somos como ele. Com um jeitiim de falar e fazermos as coisas, nos imortalizamos em nossas montanhas. Assim como os Baianos se imortalizam no Pelourinho com Caetano, Gil, Jorge Amado e sua Gabriela, e o Sul em seus Pampas na companhia de Anita e Giuseppe Garibaldi na importante Revolução Farroupilha. Assim somos nós com Drumonnd, Milton, e o Clube da Esquina.

Como podem ver Jeitinho Mineiro é muito mais que um Jeitiim de falar...
Brasil é isso. Cada um de um jeittim ou de outro faz do Brasil uma grande Nação.

Este primeiro Post dedico ao meu amigo Wagner Eustáquio e Elaine Averbuch Neves.
Que muito me encorajaram à essa louca Odisséia.
Texto de Regina Márcia